Greve dos caminhoneiros faz preços subirem e falta de mercadoria

Em alguns locais da região, o quilo do pimentão vermelho está custando mais de 17 reais, quase o mesmo que o quilo do contrafilé.

Quatro dias após a deflagração da greve dos caminhoneiros, várias cidades da Região dos Lagos sentem nas ruas, nos mercados, nos postos e até mesmo dentro de casa as consequências da paralisação. Nos supermercados a falta de abastecimento de itens básicos, como batata e banana, é sentida pelos consumidores.

As prateleiras da maioria dos hortifrutigranjeiros encontram-se vazias em função do atraso da entrega de mercadorias que chegam de Minais Gerais e São Paulo. A maior dificuldade está sendo em encontrar ovos, maçã, banana, batata, além de outros legumes e também hortaliças e quando achadas estão em péssimo estado, parecendo xepa de final de feira.

Além disso, caso a greve continue, os consumidores também poderão ter dificuldade para encontrar carnes suínas, bovinas e de aves nos próximos dias.

O iminente desabastecimento faz com que os preços subam em média até 70%.


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